quarta-feira, 30 de novembro de 2011
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Legião Urbana

Não consigo encontrar abrigo
Meu país é campo inimigo
E você finge que vê, mas não vê
Lave suas mãos que é à sua porta que irão bater
Mas antes você verá seus pequenos filhos trazendo novidades
Quantas crianças foram mortas dessa vez?
Não faça com os outros o que você não quer
Que seja feito com você
Você finge não ver e isso dá câncer
Não sei mais do que sou capaz
Esperança, teus lençóis têm cheiro de doença
E veja que da fonte sou os quilômetros adiante
Celebro todo dia minha vida e meus amigos
Eu acredito em mim e continuo limpo
Você acha que sabe
Mas você não vê que a maldade é prejuízo
O que há de errado comigo?
Eu não sei nada e continuo limpo
Ao lado do cipreste branco
À esquerda da entrada do inferno
Está a fonte do esquecimento
Vou mais além, não bebo dessa água
Chego ao lago da memória
Que tem água pura e fresca
E digo aos guardiões da entrada
"Sou filho da Terra e do Céu"
Dai-me de beber, que tenho uma sede sem fim
Olhe nos meus olhos, sou o homem-tocha
Me tira essa vergonha, me liberta dessa culpa
Me arranca esse ódio, me livra desse medo
Olhe nos meus olhos, sou o homem-tocha
E esta é uma canção de amor...
E esta é uma canção de amor...
domingo, 20 de novembro de 2011
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Embora não seja pra qualquer um, mas apenas para os amantes da boa música, do Rock Pop, do Jazz e do Blues, o Brasil recebe no Rock in Rio 2011 o cantor Stevie Wonder que fecha a programação de shows dia 29.
Então aí vai a lista das músicas mais conhecidas do cantor: "Superstition", "You are the Sunshine of My Life", "Living for the City", "Boogie On Reggae Woman", "Overjoyed", "Isn't She Lovely", "I Just Called To Say I Love You", "For Your Love", "That's What Friends Are For", "I Wish", "Ribbon In The Sky", "Yester-Me Yester-You", "Yesterday", "Lately", "Higher Ground", "Sylvia", e "Stay Gold".
Yeah!
quarta-feira, 25 de maio de 2011
(Letra: Renato Russo)
Sem trabalho eu não sou nadaNão tenho dignidade
Não sinto o meu valor
Não tenho identidade
Mas o que eu tenho
É só um emprego
E um salário miserável
Eu tenho o meu ofício
Que me cansa de verdade
Tem gente que não tem nada
E outros que tem mais do que precisam
Tem gente que não quer saber de trabalhar
E quando chega o fim do dia
Eu só penso em descansar
E voltar pra casa pros teus braços
Quem sabe esquecer um pouco
De todo o meu cansaço
Nossa vida não é boa
E nem podemos reclamar
Sei que existe injustiça
Eu sei o que acontece
Tenho medo da polícia
Eu sei o que acontece
Se você não segue as ordens
Se você não obedece
E não suporta o sofrimento
Está condenado a miséria
Mas isso eu não aceito
Eu sei o que acontece
Mas isso eu não aceito
Eu sei o que acontece
E quando chega o fim do dia
Eu só penso em descansar
E voltar pra casa pros teus braços
Quem sabe esquecer um pouco
Do pouco que não temos
Quem sabe esquecer um pouco
De tudo que não sabemos.

O material escolar mais barato que existe na praça é o PROFESSOR!
É jovem, não tem experiência. É velho, está superado.
Não tem automóvel, é um pobre coitado.
Tem automóvel, chora de “barriga cheia’.
Fala em voz alta, vive gritando. Fala em tom normal, ninguém escuta.
Não falta ao colégio, é um “caxias”. Precisa faltar, é um “turista”.
Conversa com os outros professores, está “malhando” os alunos.
Não conversa, é um desligado.
Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.
Chama a atenção, é um grosso. Não chama a atenção, não sabe se impor.
A prova é longa, não dá tempo. A prova é curta, tira as chances do aluno.
Escreve muito, não explica. Explica muito, o caderno não tem nada.
Fala corretamente, ninguém entende.
Fala a “língua” do aluno, não tem vocabulário.
Exige, é rude. Elogia, é debochado.
O aluno é reprovado, é perseguição. O aluno é aprovado, deu “mole”.
É… o professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!
segunda-feira, 23 de maio de 2011
quarta-feira, 4 de maio de 2011
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
PARA RIR...
Num supermercado, dois homens se esbarram com seus carrinhos:
- Desculpe-me, eu estava meio distraído. Me perdi da minha mulher e não sei onde encontrá-la.
- Mas que coincidência, eu também estou procurando a minha mulher. A propósito, como é a sua?
- Ela é loira, tem um corpo de violão, cabelos até a cintura, com peitos duros empinados para a frente e está usando um vestido preto,meio transparente, com um decote grande na frente e sem sutiã. E a sua?
- A minha que se vire; vamos procurar a sua!
sábado, 18 de dezembro de 2010
Tenho um garotinho, meu amigão, meu filho. Ele tem cinco anos apenas, chama-se Heidegger e é muito perspicaz.
O cara já freqüenta a escola. Terminou o Nível IV do Ensino Infantil. Lá na escola ele tem seus companheiros, colegas, amigos... E nessa turma existem também determinados animais com os quais dialoga diariamente e, vez por outra, os alimenta. Sou eu quem o leva a escola e todos os dias visitamos o “mini-zoo”, um pequeno espaço habitado por 05 galinhas, 04 pombos, 02 periquitos e dois periquitos australianos... É uma tarefa, uma responsabilidade.
Esses pequenos animais não só fazem parte da rotina do Heidegger; eles também fazem parte do mundo dele... Existe uma interação fantástica entre esses seres, entre essas naturezas tão próximas e tão distintas.
Desde o simples “bom dia” até as novidades e expectativas vivenciadas por ele, se percebe que essas são realidades partilhadas por ele antes do início da aula. E eu também adentro neste mundo da imaginação e da fantasia da criança. O pequeno consegue projetar idéias sobre a compreensão do mundo daqueles animais que me fazem viajar numa realidade nova e mística.
No fim do ano letivo deste ano ficou nele a certeza de que encontrará seus colegas no ano seguinte. No entanto, pairou nele uma dúvida quanto ao reencontro com aqueles animais. E, por essa razão, presenciei uma despedida e um sentimento de saudades que brotara naquela criança quando estava a se despedir dos seus amiguinhos de natureza não-racional.
Assim compreendi que um mundo criado no interior de uma determinada pessoa, por mais ingênua que seja, é algo tão complexo que a razão humana ainda não está próxima de desvendar tamanhos mistérios.
O que o atrai naqueles animaizinhos? Como consegue tamanha empatia com quem não dialoga com a mesma linguagem? Que importância representa para aquela criança o fato de anunciar sua chegada a escola e partilhar determinadas situações com aquelas criaturas?
Heidegger já encontra-se em férias... Nas suas andanças pela cidade, já se deparou com alguns de seus amigos de turma. Relembra a escola, brinca bastante com seus parceiros... Mas, em forma de murmúrios não esquece de me perguntar: - Papatinho, (é assim que ele me chama) quem está cuidando dos animais do mini-zoo?
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
No jantar de despedida, depois de 25 anos de trabalho à frente da paróquia, o padre discursa:
- A primeira impressão que tive desta paróquia foi com a primeira confissão que ouvi. A pessoa confessou ter roubado um aparelho de TV, dinheiro dos seus pais, a empresa onde trabalhava, além de ter aventuras amorosas com as esposas dos amigos. Também se dedicava ao tráfico de drogas e havia transmitido uma doença venérea à própria irmã. Fiquei assustadíssimo. Com o passar do tempo, entretanto, conheci uma paróquia cheia de gente responsável, com valores, comprometida com sua fé.
Atrasado, chegou então o Presidente da Câmara para prestar uma homenagem ao Padre. Pediu desculpas pelo atraso e começou o discurso:
- Nunca vou esquecer o dia em que o Padre chegou à nossa paróquia. Como poderia? Tive a honra de ser o primeiro a me confessar.Seguiu-se um silêncio assustador.
MORAL DA HISTÓRIA: Nunca chegue atrasado e quando isso acontecer FIQUE CALADO...
terça-feira, 30 de novembro de 2010
"O homem tem um poder tão magnífico que é capaz de definir quem ele é!"
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Estava sentado, sozinho, em uma calçada do pátio da escola onde trabalho... De repente me deparo com uma simples criatura que voava solitária, em meu redor, longe de suas companheiras. Ela me observava e vice-versa... Era uma abelha. O que ela queria? Por que ficava ali como quem procurava alguma coisa?Era como se quisesse me dizer algo ou compartilhar comigo de uma possibilidade da existência ou de algumas de suas propriedades.
Acredito que não tenha conseguido interagir com este ser e nem mesmo sequer podido iniciar um diálogo compreensivo ou superficial. Ela me observava! Eu queria até ser indiferente... Mas também não o conseguia.
Quando pensei que ela tinha desistido de mim, eu é que tinha desistido dela; ignorado-a!
Ah, mas foi então que senti que ainda estava ali, andando em meu pescoço. Quem era ela, então? O que queria de mim? O que pensava ou sentia?
Só então percebi que nós dois compartilhávamos, de alguma forma, de um instante único que, provavelmente não iria se repetir ao longo de minha vida. Então, comecei a dar-lhe um pouco de atenção. Afinal, era um momento único, singular, inédito...
Sabia que não poderia extrair de mim o néctar das flores; se me picasse, morreria em breve, pois parte dela ficaria em mim. Não havia bondade nem maldade naquele minúsculo ser. E nem sei mesmo se havia intenção alguma.
Então ela sentou-se em meu braço esquerdo. Andava por cima dos pêlos, talvez incomodada por não acessar minha pele. Agitou-se por um momento... E eu quieto tentando desvendar aquele pequeno mistério. Em poucos segundos, o pequenino ser alçou vôo e acredito: desistiu de mim... Logo quando eu procurava dar-lhe atenção.
Eu tinha consciência de mim e de sua existência. Ela, porém, não tinha mais do que sua natureza... Tinha instinto e atitude! Sua natureza apenas... Sem consciência alguma de Ser.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
A propósito do meu aniversário, um amigo me ofereceu um cartão com os seguintes dizeres:
Não sei se ele ouviu ou viu esta frase em algum lugar ou se foi ele que a "criou", mas isso não interessa. O que importa, é o sentimento com que a escreveu e o sentido que lhe pode ser dada.
Adorei, tanto na sua singeleza como na sua complexidade.
Neste fim de ano já fiz meu exame de vista, como sempre o faço aqui em Caicó. Saí do consultório com a excelente notícia de que continuo com a visão perfeita; não preciso usar óculos.
No entanto, quando sentei-me na cadeira e fui a observar as clássicas letras, fui pego de surpresa com a criatividade do oftalmologista.
O que me intriga é se, com seu novo método, ainda terá algum homem que tenha problema de visão... Confira:
domingo, 21 de novembro de 2010
Cada vez mais, se cria uma falsa necessidade desse aparelho em nosso dia-a-dia. A tevê passa a ter a “verdade” global, a “vida” a ser imitada, e o “caminho” (canais e suas programações) que você deve percorrer todos os dias. Ela tem se tornado onipre-presente na vida da maioria das pessoas, principalmente de crianças. Recente estudo afirma que, no Brasil,as crianças passam, em média, de três a cinco horas diárias diante da TV. Considerando que, para muitas dessas crianças, esse tempo é maior do que o que ficam com os pais ou na escola, a televisão passa a desempenhar papel significativo na sua educação e na relação entre pais e filhos.
Formação do caráter - Os pais ou responsáveis não têm a exata dimensão do quanto essa onipresença da TV pode prejudicar o aparelho psíquico da criança. A infância é um tempo de formação, de experimentação do mundo para aprendê-lo e conhecê-lo.
Até os sete anos, a criança estará formando seu caráter no seio da família. Sob orientação segura e exemplo dos pais, ela aprende os limites de liberdade, respeito aos idosos, sentido do que é seu e do que é dos outros, a noção do permitido e do proibido, vida em comum, respeito aos direitos alheios, fraternidade, paz, estímulo para vencer as dificuldades, disciplina para os estudos e, sobretudo, aprende a amar.
Dentro de uma relação familiar saudável, a criança deve ocupar seu tempo com atividades que a mantenham sempre ativa e reflexiva. O mundo social da criança (a família) deve ser o facilitador do seu crescimento moral, intelectual, social e espiritual. É a família que deve gerenciar oportunidades para que a criança crie brincadeiras, exercite sua fantasia e criatividade, e desenvolva os conceitos de certo e errado.Portanto, as mensagens de ética, fé e moral, sua dinâmica e valores, crenças, preconceitos, maneiras de ser, vivências e filosofia de vida de uma família moldam o caráter de seus membros.
A família é o referencial mais forte e seguro que o indivíduo pode alcançar. Lá estão as diretrizes de todas as batalhas e desafios. De lá surgem as possibilidades e as impossibilidades.
Com os referenciais que fornece, é a redoma familiar que incute a religião, mostra a face de Deus, aponta para os costumes e as tradições, preservando e guardando sua identidade e fazendo cada qual senhor do próprio destino. Daí, a necessidade e a importância de modelos adequados e saudáveis ao longo da infância.
Pais e modelos - Os pais de uma criança deveriam ser seus principais modelos. Entretanto, com todas as mudanças ocorridas na estrutura familiar, isso nem sempre ocorre.
Quando não estão na escola ou em creches, os filhos ficam em casa sob os cuidados de uma terceira pessoa, ou até mesmo sozinhos. Nesse caso, ficam à mercê da influência de outras fontes de modelos e de informação, entre elas, as diversas mídias, principalmente a televisão.
Levados pelo cotidiano do mundo moderno, as crianças passam muito mais tempo na companhia dos heróis da televisão do que com os pais ou professores. Muitas crianças substituem a relação familiar e compensam sua solidão pela companhia de uma tela colorida, ágil, múltipla, sempre presente e disponível, pronta a transmitir sua verdade e ensinar o caminho a ser seguido.
Diante da televisão, uma criança se torna passiva, assimilando sem questionamentos aquilo que ouve e aquilo que vê. Não devemos nos esquecer de que o aparelho psíquico das crianças está pronto para assimilar e imitar o mundo externo.
Seja meu imitador! Esse deve ser o lema do aparelho eletrônico mais cobiçado do planeta. Quem sabe,podemos substituí-lo por um lema mais moderno: “Experimenta!!!”
Diante de tal realidade, a tevê tem efeito hipnotizador para a criança, comprometendo e prejudicando seu desenvolvimento psíquico-emocional. Diante da televisão, a criança permanece afastada do onvívio com os pais e com outras crianças. Ela deixa de vivenciar experiências essenciais para seu crescimento social, para somente “engolir” imagens, sons, valores e conceitos prontos, nem sempre saudáveis.
Quanto menor e mais frágil for a criança, mais influência sofrerá e mais suscetível será de encontrar num herói violento ou mau caráter o modelo no qual espelhará seu comportamento.
Desequilíbrio - Assim como acontece com mau exemplo de pais ou professores, uma programação televisiva perniciosa, em que a criança visualiza modelos de relacionamentos confusos, ambivalentes e imorais, acarretará desequilíbrio na sua estrutura, com prejuízo da personalidade em desenvolvimento e do caráter em formação.
As interações sutis repetitivas patrocinadas por programas de televisão exercem influência (saudável ou maléfica) tão decisiva quanto fatos (felizes ou traumáticos) da vida real.
Muitas crianças encontram nesse aparelho eletrônico uma maneira de fugir da realidade, pois essa é triste, fria e cheia de rancores. Pais que se desrespeitam e discutem fazem com que a criança se sinta melhor e mais protegida diante do mundo virtual que diante do seu mundo verdadeiro.
O que temos observado ao longo dos anos é que, nas épocas de crises familiares e econômicas, quando a insegurança, a ansiedade, e a falta de significado da vida se tornam quase insuportáveis, é mais acentuado o desejo de fugir e se distrair. Enfim, aumenta a audiência de filmes, novelas e outros programas. Nesses momentos, o recurso de ficar grudado na tevê não nos parece um ato patológico, pois o poder dessa ação está na sua capacidade de aliviar a dor. Por isso, esse caminho (assistiraos programas de TV) passa a ser uma atitude “necessária” e desejada, produzindo uma sensação artificial de felicidade e segurança.
Contudo, devemos desconfiar deste “bem-estar”, pois a violência e a depressão infantil têm aumentadode forma assustadora. Vivemos um momento em que a família precisa resgatar o papel de pai e mãe na vida dos filhos, em que brincadeiras, relato de histórias e momentos de confraternização devem ocupar o espaço da mídia no lar. Se assim fizermos, gradativamente, nossos filhos passarão a perceber na família exemplos que dão sentido à vida. Então, poderemos ter uma sociedade menos violenta e depressiva.
sábado, 20 de novembro de 2010
Antônio Aleixo
Mensagem muito interessante de um ouvinte da CBN
"Meu nome é Renato, tenho 61 anos, e pertenço a uma geração azarada.Quando eu era jovem as pessoas diziam em escutar os mais velhos, que eram mais sábios agora me dizem que tenho de escutar os jovens porque são mais inteligentes.
Na semana passada eu li numa revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. E eu aprendi muita coisa. Aprendi por exemplo, que se eu tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, durante os últimos 40 anos, eu teria economizado R$ 30.000,00. Se eu tivesse deixado de comer uma pizza por mês teria economizado R$ 12.000,00 e assim por diante.
Impressionado peguei um papel e comecei a fazer contas, e descobri para minha surpresa que hoje eu poderia estar milionário.Bastava eu não ter tomado as caipirinhas que eu tomei, não ter feito muitas das viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que eu comprei, e principalmente não ter desperdiçado meu dinheiro, em itens supérfluos e descartáveis. Ao concluir os cálculos percebi que hoje eu poderia ter quase R$ 500.000,00 na conta bancária.
É claro que eu não tenho este dinheiro. Mas se tivesse sabe o que este dinheiro me permitiria fazer? Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar com itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que eu quisesse e tomar cafezinhos à vontade. Por isso acho que me sinto feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro com prazer e por prazer.E recomendo aos jovens e brilhantes executivos, que façam a mesma coisa que eu fiz.Caso contrário eles chegarão aos 61 anos com um monte de dinheiro, mas sem ter vivido a vida. "
E aí, você já sabe o que vai fazer???



